
Texto Áureo: Jo. 13.35 - Leitura Bíblica em Classe: I Jo. 4.7-16
BIBLIOGRAFIA
BOICE, J. M. As epistolas de João. Rio de Janeiro: CPAD, 2006.
STOTT, J. R. W. I, II e III João: introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 1982.
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sexta-feira, 11 de setembro de 2009
LIÇÃO 11/O AMOR A DEUS E AO PRÓXIMO/ SUBSÍDIOS
Postado por Assembléia de Deus 5 dejulho às 15:30 0 comentários
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
O desafio de seguir a Cristo
Texto-base: Jo.6:35-37,66-68 Introdução: Vida cristã não é uma filosofia. É andar com Jesus. É seguir a Jesus. Quem segue não escolhe a direção a ser tomada. Pergunta-chave: Até onde você está disposto a seguir a Cristo ? Vamos traçar um paralelo entre a vida cristã e o caminho de Israel entre o Egito e Canaã 1 - O início da caminhada: Conversão (encontro, libertação do Egito, primeiro amor). Em destaque: as bençãos - Os israelitas se enriqueceram com ouro e prata (Ex.12:35) 2 - O meio do caminho: Deserto - Provação, renúncia, benção sob medida (maná). 2.1 - Perspectiva incorreta sobre o cristianismo. Expectativas ilusórias: esperar apenas o que é agradável. 2.2. - A perspectiva correta: A visão de Deus é, sobretudo, a formação do caráter cristão em nós. É o ser. Focaliza o eterno. 3 - O alvo e os obstáculos: Quem segue Jesus quer ir para onde ele vai. Jesus vai para junto do Pai. Vai para o céu, mas no caminho existe uma cruz. Você ainda quer segui-lo ? 4 - A chegada - A Canaã celestial para quem seguir a Cristo até o fim. Conclusão: Jesus não dispensa seus seguidores. Ele nos ouve, nos perdoa e nos aceita. Anísio Renato de Andrade – Bacharel em Teologia.
Nesse ponto, Miriã dançou e cantou.
Seguir a Cristo no momento da benção é muito fácil.
Tempo de vencer ao diabo e vencer a si mesmo. Nesse ponto, Miriã se rebelou contra Moisés.
Seu motivo para seguir Jesus será testado : pão terreno ou pão celestial ? (Hab.3:17-18).
Você seguiria a Jesus sem bençãos ? Pode parecer absurdo. (Exemplos: teste do jovem rico e de Jó).
Mat.13:20-21 - a semente entre as pedras (ofensa) - O convertido que não contava com tribulações (Teologia da Prosperidade).
O objetivo do ser humano é apenas o bem-estar, conforto e felicidade. É o ter. Focalizamos o que é passageiro.
A maior experiência do cego de Jericó não foi enxergar, mas encontrar Jesus.
Queremos reinar com Cristo. Podemos beber o cálice que ele bebeu ? (Mc.10:35-40)
Salmo 23:4 - Seguindo a Jesus no vale da sombra da morte.
Quem perder a sua vida por amor de Cristo acha-la-á. (Mt.16:25).
Os discípulos enfrentaram até mesmo a morte física.
Miriã não entrou em Canaã.
Mat.12:29 - A recompensa
Na Nova Jerusalém não haverá provações (Ap.21:1-5), mas, por enquanto, precisamos suportá-las.
O problema é que muitos seguidores desistem, desviam do caminho. Escolha caminhar com Jesus.
Postado por Assembléia de Deus 5 dejulho às 10:13 1 comentários
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
CRIADOS SEGUNDO DEUS PARA A SANTIDADE
"E vos revistais do novo homem, que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade". Ef. 4.24 Definindo a palavra santificação: Significa "tornar santo"; "consagrar"; "separar do mundo" e "apartar-se do pecado", a fim de termos ampla comunhão com Deus e servi-lo com alegria. Muitas pessoas que se dizem regeneradas por Deus não dão bom testemunho quando estão distantes da igreja e dos membros que a compõe. Tais pessoas enganam a si mesmas e não experimentaram a verdadeira regeneração através da lavagem da água pela palavra de Deus que purifica o homem de todo o pecado tornando-o apto a salvação. "Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo". Tt. 3.5 "Para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra". Ef. 52.26 Somos criados segundo Deus para a santidade. No antigo testamento o sacerdote deveria levar sobre a sua mitra na sua testa uma lamina de ouro puro com os seguintes dizeres: "santidade ao Senhor" (ou Santo ao Senhor). Ex. 28.36 Ser santo ao Senhor é um privilegio que todo salvo deve experimentar "Porque esta escrito: Sede santos, porque eu sou santo". I Pe 1.16 Não nos santificamos a Deus porque estamos em busca de algo. Mas nos santificamos a Deus porque Dele temos recebido tudo. Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém. Rm 11.36 Daniel um exemplo de Santidade ao Senhor - Daniel capitulo 01 Muito diferente de Esaú que trocou a sua primogenitura por um prato de sopa (Gn 25.34) e de Sansão que se contaminou ao se aproximar de um cadáver o que era contra seu voto de Nazireu (Jz 14.8; Nm 6.6). Daniel quando convocado a comparecer diante de Nabucodonosor propôs no seu coração alguns objetivos: 1. Não se contaminar com a porção das iguarias do rei. Propôs em seu coração rejeitar o manjar apetitoso; o prato delicado e delicioso; a boa comida do rei. Davi sabia que esta iguaria seria motivo de escárnio, zombaria e dito picante por parte daqueles que sabiam ser ele temente a Deus. 2. Não se contaminar com o vinho que o rei bebia. O Vinho e a bebida forte são os grandes causadores de distúrbios, inimizades e conflitos na família e na sociedade. O homem que adota tal procedimento torna-se geralmente motivo de zombaria e gracejos. Noe ao beber mostrou sua nudez (Gn 09); Ló teve relações ilícitas (Gn 19). O homem que procura o vinho diz a palavra "erra no seu caminho, nunca será sábio". Pv. 20.1 "Não estejas entre os beberrões de vinho, nem entre os comilões de carne" Pv. 23.20 Daniel sendo sábio manteve-se em dieta, alimentou-se daquilo que podia preservar sua saúde e seu testemunho pessoal. Ao fim de sua dieta Daniel e seus amigos mostram as seguintes qualidades: Em sua vida há evidencias de sua santidade ao Senhor? Você pode disser como Jó disse? Ouvindo-me algum ouvido, me tinha por bem-aventurado; vendo-me algum olho, dava testemunho de mim; Jó 29.11. Os filhos do Sacerdote Eli e a falta de Santidade ao Senhor Conseqüências da falta de Santidade ao Senhor Todo homem que comete pecado morre. A alma que pecar, essa morrerá; o filho não levará a iniqüidade do pai, nem o pai levará a iniqüidade do filho. A justiça do justo ficará sobre ele e a impiedade do ímpio cairá sobre ele. Ez. 18.20 Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor. Rm. 6.23 A natureza do novo homem e o porque essa natureza nova é santa E vos revistais do novo homem, que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade. Ef. 4.24 A bíblia diz que o homem natural está morto em delitos e pecados. Mas a ação de Deus inverte este quadro, pois Ele nos da vida. Através desta vida a qual chamamos de novo nascimento que nos é concedido pelo Espírito de Deus (Jo 3.5,6, 8). O novo homem apresenta algumas qualidades em sua natureza. Adquire uma semelhança com Deus (Ef. 4.24) e com Cristo (Rm 8.29; II Co 3.18); adquire também conhecimento de Deus (Cl 3.10); ódio ao pecado (I Jo 3.9; 5.18) e vitória sobre o mundo (I Jo 5.4), além de demonstrar fé em Cristo (I Jo 5.1), retidão (I Jo 2.29) e amor fraternal. Esta nova natureza é santa porque é uma obra exclusiva de Deus no homem. Somos gerados de novo pela Palavra de Deus. I Pe 1.23 A regeneração "novo nascimento" é um ato divino e decisivo, o qual provoca efeitos profundos e permanentes na vida do individuo (I Jo 1.9; 3.9; 4.7; 5.1,14, 18), que alteram seu comportamento embora sem modificar sua personalidade. A pessoa é a mesma, porém, diferentemente controlada. Antes era controlada pelo pecado, agora controlada por Cristo. Antes fazíamos a vontade da carne e dos pensamentos (Ef. 2.3), mas agora andamos nas obras preparadas por Cristo. Existe um comportamento próprio do novo homem "dos regenerados" (I Co 6.11) ! eles procuram desenvolver a vida cristã para o inteiro agrado de Deus, como nova criatura. A religiosidade formal não tem poder de conduzir o homem a Deus, apenas o ser uma nova criatura "novo homem, criado segundo Deus". O novo homem é santo não por obrigação e sim por prazer em crescer rumo a Cristo. O salmista Davi declara o seu espontâneo prazer na lei do Senhor. "Deleito-me (agrado-me) em fazer a tua vontade, ó Deus meu; sim, a tua lei está dentro do meu coração". Sl 40.8 Conclusão Seja santo ao Senhor. Busque em sua vida viver a verdadeira regeneração que somente é possível através de Cristo. Santifique a Deus seus pensamentos (1); olhos (2); corpo (3); coração e mente (4). 1. Pensamentos: Eu, porém, vos digo, que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela. Mt. 5.28 2. Seus olhos: A candeia do corpo são os olhos; de sorte que, se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz. Mt. 6.22 3. Corpo: Os alimentos são para o estômago e o estômago para os alimentos; Deus, porém, aniquilará tanto um como os outros. Mas o corpo não é para a prostituição, senão para o Senhor, e o Senhor para o corpo. I Co 6.13 4. Coração e Mente: E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus. Fp 4.7 Somente mediante a graça redentora de Deus é que alguém pode viver uma vida "sem ofensa, tanto para com Deus como para os homens" At. 24.16. A verdadeira santificação requer que o salvo mantenha profunda comunhão com Cristo. Sérgio Francisco Fonte:Palavra prudente
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terça-feira, 8 de setembro de 2009
O sal da terra
Disse Jesus: "Vós sois o sal da terra. Se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens." (Mateus 5.13). O sal é útil para dar sabor e também para conservar os alimentos. Houve tempos em que as pedras de sal eram usadas até como moeda corrente. Daí veio a palavra "salário". Jesus disse que os cristãos são o sal deste mundo. Para que o sal possa ter alguma utilidade ele precisa sair do saleiro; precisa se misturar à massa. Isso nos leva a refletir sobre nossa participação e atuação em nossas comunidades. Não me refiro simplesmente às comunidades cristãs, mas ao nosso convívio com a sociedade de modo geral. O cristão não deve ser uma pessoa isolada, alienada, distante de tudo e de todos. O sal precisa se misturar. Você precisa saber o que está acontecendo, precisa dar sua opinião, precisa participar. Existem aqueles irmãos que vivem fugindo de todo tipo de contato, seja no trabalho, seja na escola, seja no bairro onde moram. Evitam conversar sobre questões políticas, culturais, esportivas, etc, tudo em nome da santificação. Louvável motivo, mas infeliz atitude. Só através da participação poderemos influenciar este mundo, dando-lhe sabor e valor. Jesus orou ao Pai a favor dos discípulos, dizendo: "Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal". (João 17). Agora, cabe uma observação: não se coloca sal em carne podre. Se isso acontecer, o sal será jogado fora com a carne. Existem certos ambientes que não são apropriados para nós. Certos assuntos são, por si mesmos, abomináveis e determinados eventos poderão ser prejudiciais. Alguns tipos de compromisso podem ser contrários ao nosso pacto com Deus. Então, pense bem. Jesus nos chamou de "sal da terra" mas não mandou misturar sal e terra. Esse seria o caso daquele sal que cai ao chão. Será pisado pelos homens. É o caso daquele cristão que se corrompe, tornando-se motivo de vitupério para o nome de Cristo. Ainda que Deus o tenha perdoado, continuará a ser pisado pelas pessoas. Em João 2, temos o relato da participação de Cristo em uma festa de casamento. Ali, o Mestre realizou seu primeiro milagre, o que resultou em glória para o reino de Deus. Imagine se Jesus recusasse todo tipo de convite. Perderia muitas oportunidades de fazer a obra de Deus. Aí está um detalhe importante: como agimos nos lugares onde vamos? O que fazemos? Já pensou se, naquela festa de casamento, os discípulos começassem a se embriagar e fazer besteiras...? Jesus ficaria envergonhado. E não é assim que ele tem ficado muitas vezes em relação às nossas ações? O sal precisa se misturar, mas não com tudo, e não de qualquer maneira. Como definir essa questão? Saia do "saleiro", meu irmão, mas não vá a qualquer lugar. Faça alguma coisa mas não faça qualquer coisa que lhe vier à cabeça. Aceite alguns convites, mas não aceite qualquer convite. Em caso de dúvida, peça a orientação do Espírito Santo, ouça a sua consciência, solicite o conselho pastoral. Devemos pedir a Deus sabedoria diante de cada situação, de modo que possamos cumprir bem o nosso papel sem que sejamos motivo de escândalo para o evangelho. Anísio Renato de Andrade – Bacharel em Teologia.
Postado por Assembléia de Deus 5 dejulho às 16:25 0 comentários
sábado, 5 de setembro de 2009
Lidando com a ansiedade
Filipenses 4: 6 Não andeis ansiosos por coisa alguma; antes em tudo sejam os vossos pedidos conhecidos diante de Deus pela oração e súplica com ações de graças;
Isso acaba nos fazendo ficar ansiosos.
A ansiedade pode produzir bons frutos ou não.
A ansiedade faz parte das emoções do ser humano, ninguém vive, sem experimenta-la.
Ela é boa, quando nos impulsiona, a agir, trabalhar, dar frutos, produzir, conquistar.
Quando não nos leva ao descontrole emocional.
Essa ansiedade é natural.
E natural ficar um pouco ansioso, diante do primeiro dia no emprego.
E natural ficar ansioso, na véspera do encontro com a pessoa amada.
E natural ficar ansioso na véspera das provas do vestibular.
Mas há uma ansiedade, que gera prejuízos emocionais
E aquela que gera pessoa aflita, angustiada, que vive perturbada por causa da incerteza a sua volta.
Ela não dorme direito, a não ser a base de calmantes, seu sono é agitado.
Muitas vezes tem taquicardia, assusta a toa, chora por qualquer coisa.
Perde o controle facilmente.
Muitas vezes, passa noites em claro, pensando no que fazer no dia seguinte.
Como resolver um problema financeiro.
Como agir com alguém viciado.
O que fazer diante de uma crise conjugal
Como resolver os assuntos ministeriais.
Discute por motivo
Age precipitadamente, sem pensar.
A ansiedade pode causar enorme prejuizo, sofrimento desconforto pessoal, social, afetivo, sexual, profissional, academico, prejudicando como um todo a qualidade de vida da pessoa.
Algumas levam a pessoa ao Pânico.
Condenando a pessoa confinamento por medo.
Medo de ser atacada
Medo de ser rejeitada
Medo de ser mal interpretada.
Essa ansiedade, pode condenar uma vida, a uma prisão emocional ,levando a loucura, muitas vezes até mesmo ao suicídio.
B) Como agir diante dessa ansiedade?
Um sujeito estava caindo em um barranco e se agarrou as raízes de uma árvore. Em cima do barranco, havia um urso imenso querendo devorá-lo.
O urso rosnava, mostrava os dentes, babava de ansiedade pelo prato que tinha a sua frente. Embaixo, prontas para engolí-lo quando caísse, estavam nada mais
nada menos do que seis onças tremendamente famintas.
Ele erguia a cabeça, olhava para cima e via o urso rosnando. Abaixava depressa a cabeça para não perdê-la na sua boca.
Quando o urso dava uma folga, ouvia o urro das onças, próximas de seu pé. As onças embaixo querendo comê-lo, e o urso em cima querendo devorá-lo.
Em determinado momento, ele olhou para o lado esquerdo e viu um morango vermelho, lindo, com aquelas escamas douradas refletindo o sol.
Num esforço supremo, apoiou seu corpo, sustentado apenas pela mão direita, e, com a esquerda, pegou o morango. Quando pode olha-lo melhor,ficou inebriado com sua beleza.
Então, levou o morango a boca e se deliciou com o sabor doce e suculento. Foi um prazer supremo comer aquele morango tão gostoso.
Talvez você me pergunte: "Mas, e o urso?" Esqueça o urso e coma os morangos! E as onças? Esqueça as onças, coma os morangos!
A palavra do Senhor diz em Mateus 6: 25 Por isso vos digo: Não estejais ansiosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer, ou pelo que haveis de beber; nem, quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o alimento, e o corpo mais do que o vestuário?
26 Olhai para as aves do céu, que não semeiam, nem ceifam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não valeis vós muito mais do que elas?
27 Ora, qual de vós, por mais ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado à sua estatura?
28 E pelo que haveis de vestir, por que andais ansiosos? Olhai para os lírios do campo, como crescem; não trabalham nem fiam;
29 contudo vos digo que nem mesmo Salomão em toda a sua glória se vestiu como um deles.
30 Pois, se Deus assim veste a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada no forno, quanto mais a vós, homens de pouca fé?
31 Portanto, não vos inquieteis, dizendo: Que havemos de comer? ou: Que havemos de beber? ou: Com que nos havemos de vestir?
32 (Pois a todas estas coisas os gentios procuram.) Porque vosso Pai celestial sabe que precisais de tudo isso.
Meu amado (a)
Você é mais valoroso para o Senhor, que qualquer coisa...
Você é menina dos olhos de Deus, ai de quem te tocar.
Isaías 49: 16 Eis que nas palmas das minhas mãos eu te gravei.
Já parou para pensar nisso?
O seu nome está impresso nas mãos dele, a cada vez ,que ele estende as mãos para agir, ele depara com o seu nome.
Ele tem o maior zelo por você.
Você é obra das mãos dele, nada está fora do controle dele.
Apresente a ele, as suas petições e fique em paz.
Romanos 8: 28 E sabemos que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.
Salmo 37:5
Entrega o teu caminho, ao Senhor e tudo ele fará
Passa as mãos do Senhor, o seu destino, a sua vida e ele vai cuidar de todas as coisas, pra você, ele vai entrar em ação e agindo Deus, quem impedirá?
Salmo 4: 8 Em paz me deitarei e dormirei, porque só tu, Senhor, me fazes habitar em segurança.
Você está nas mãos dele, portanto está seguro, firme.
Salmo 91: 1 Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Todo-Poderoso descansará.
Não tenha receio, sossegue as tuas emoções, se apóie no senhor e deixe tudo aos cuidados dele.
Salmo 29:11 O Senhor abençoara o seu povo com paz.
Busque em Deus a e você encontrará a cura para a ansiedade.
Que Deus te abençoe.
Postado por Assembléia de Deus 5 dejulho às 09:09 0 comentários
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Os inimigos da luz
Disse Jesus : "Eu sou a luz do mundo. Quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida." (João 8.12). "E a condenação é esta: que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más. Porque todo aquele que faz o mal aborrece a luz, e não vem para a luz para que as suas obras não sejam reprovadas." (João 3.19-20). Jesus veio ao mundo, enviado por Deus. Ele só ensinou e praticou o bem. Entretanto, foi rejeitado pela maioria dos que o conheceram. E ainda hoje, quase todas as pessoas do mundo já ouviram falar de Jesus e sabem muito a respeito dele, mas poucos são aqueles que o servem e se esforçam por viver de modo que lhe agrade. Ou seja, até hoje Jesus continua sendo rejeitado. Por quê será? Cristo veio salvar o ser humano, mas, para isso, ele mostra o pecado e exorta ao arrependimento e à conversão. Jesus é a luz que revela o erro. Suas palavras, registradas na Bíblia, trazem à tona a malignidade do pecado em suas mais sutis manifestações (Mt.5.22,28). Por esta causa, muitos fogem de Jesus. Isto é semelhante ao comportamento daquelas pessoas que têm pavor de médicos e dentistas. Para que a doença seja curada, precisa ser revelada, diagnosticada, tratada, e isso pode doer. O pecado é a doença da alma e Jesus é o médico que veio nos curar. Muitos vivem fugindo da luz. É mais cômodo viver nas trevas. Qual é o atrativo da escuridão? Ela nos oculta, encobre nossos atos e, assim, parece nos proteger. O apóstolo Paulo disse que os que se embebedavam e os que roubavam, costumavam fazê-lo à noite. Logicamente, para não serem vistos. Este é o modo de vida daqueles que não têm um compromisso com Jesus. Estão nas trevas da ignorância espiritual. Pecam e rapidamente se esquecem ou nem consideram pecado o seu ato. Vivem praticando ações que, devido à sua natureza maligna, precisam ser mantidas em segredo. Apesar de saberem da existência da luz, que é Jesus, não querem nenhum compromisso com ele para que sua vida de pecado não seja censurada. Até onde vai essa vida nas trevas? Caminhar no escuro pode até ser divertido por algum tempo. Pode ter sabor de aventura e desafio, mas o contentamento se desfaz quando a pessoa tropeça e cai. O tropeço e a queda certamente virão para aqueles que insistem em viver nas trevas do pecado (Pv.4.19). Alguém pode dizer: - "Eu estou muito bem sem Jesus." É só uma questão de tempo. Quem anda no escuro acaba tropeçando, mais cedo ou mais tarde. Como será esse tropeço? Pode ser uma doença grave, um flagrante no momento do pecado, a falência, a separação conjugal, etc. Nesse momento, alguns correm para Jesus, buscando socorro. Quantos viveram em devassidão sexual e só procuraram Jesus quando tropeçaram na aids?! Qual será a sua atitude? Vai esperar o pior? A Bíblia diz: "Se hoje ouvirdes a sua voz , não endureçais os vossos corações." (Hb.4.7). Amanhã pode ser tarde demais. A luz mostra o pecado. Isto não quer dizer que Jesus vai mostrar os pecados de uma pessoa para as outras. Na maioria das vezes isso não é necessário. Jesus quer mostrar o pecado para a própria pessoa. Quando nos aproximamos de Jesus, percebemos sua santidade e, ao mesmo tempo, reconhecemos nossa impureza. Nesse momento, podemos nos arrepender e pedir a Deus que nos perdoe e no dê uma vida nova, uma vida no caminho da luz.
Postado por Assembléia de Deus 5 dejulho às 12:20 0 comentários
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
LIÇÃO 10/ OS FALSOS PROFETAS/ SUBSÍDIOS

Texto Áureo: Mt. 7.15 - Leitura Bíblica em Classe: I Jo. 4.1-6
Objetivo: Mostrar que o conhecimento e a prática da Palavra de Deus nos tornarão aptos a identificar e refutar as doutrinas dos falsos profetas.
INTRODUÇÃO
Nos tempos de João, os falsos profetas se infiltraram na igreja e passaram a propagar doutrinas enganadoras. A mesma realidade acontece nos dias atuais, por isso, a fim de alertar a igreja contra os propagadores da mentira, estudaremos, na lição de hoje, a respeito da atuação desses falsos profetas. Em seguida, refletiremos a respeito do discernimento espiritual diante dos falsos profetas. E ao final, destacaremos o valor do conhecimento e da prática da Palavra de Deus enquanto fundamentos essenciais para refutar os ensinamentos falsos.
1. OS FALSOS PROFETAS NA EPÍSTOLA
Os falsos profetas se inserem na igreja a fim de macular a paz e o amor que há em Cristo. Para evitar que isso acontecesse, João escreveu aos crentes e alerta-os para que “não deis crédito a qualquer espírito” (v. 1). Esses falsos profetas, conforme estudamos em aulas anteriores, eram os adeptos do Gnosticismo. A partir da filosofia grega, argumentavam que a matéria era má, por isso, Cristo não poderia ter-se feito carne. Também participavam de práticas pecaminosas sem qualquer temor a Deus, pois achavam que, ao morrerem, os pecados seriam julgados através da destruição do corpo, enquanto que o espírito seria salvo. Esses falsos profetas, baseados num conhecimento que julgavam superior, a gnose - cultuavam a si mesmos, eram arrogantes, ufanavam-se em achar que eram melhores do que os outros, mas lhes faltava o essencial: o amor genuinamente cristão – o ágape. Os falsos profetas eram mundanos, serviam ao deus deste século, amavam a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida (I Jo. 2.16,17). Por esse motivo, a igreja não poderia dar crédito a eles (I Jo. 2.7,8), e muito menos amar o mundo que eles amavam (I Jo. 2.15). A igreja precisa ser cautelosa em relação aos falsos profetas, pois Jesus nos advertiu a respeito deles (Mt. 7.15; Mc. 13.22,23), bem como os apóstolos Paulo (At. 20.28-30) e Pedro (II Pe. 2.1).
2. O DISCERNIMENTO DOS FALSOS PROFETAS
Não devemos dar crédito a todo espírito, na verdade, esse tipo de incredulidade é sinal de maturidade cristã. É preciso provar os espíritos, não apenas moralmente (justiça e retidão) e socialmente (no relacionamento com os outros), mas também teologicamente (no conteúdo do ensino). A esse respeito, é válido o critério cristológico, ou seja, avaliar o que é que os falsos profetas dizem ser Cristo (Mt. 16.13). A resposta à pergunta deva ser a confissão para saber se, de fato, trata-se de um conhecimento revelado (Mt. 16.17) ou de mera especulação humana (Mt. 16.14). A confissão não pode ser outra senão a de que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, o Verbo que se fez Carne (I Jo. 1.1; Jo. 1.1). Esse teste joanino encontra eco nas palavras de Paulo em I Co. 12.3, afirmando que ninguém pode dizer que Jesus é o Senhor, senão pelo Espírito Santo. Esse ensinamento é fundamental para o cristianismo. Não por acaso os religiosos dos tempos de Jesus já expulsavam as pessoas da Sinagoga caso elas reconhecessem o Senhor como o Cristo (Jo. 9.22). Como o monoteísmo era o ensinamento fundamental do judaísmo (Dt. 13), a encarnação do Verbo é a doutrina basilar do cristianismo (I Jo. 4.2), ainda que esse, como aquele, também seja monoteísta (Jo. 10.30; 17.22).
3. CONHECENDO E PRATICANDO A PALAVRA
Aqueles que conhecem a Deus não se deixam enganar pelos falsos profetas (I Jô. 4.4). Esse conhecimento, entretanto, não é resultado do mero experiencialismo. O conhecimento de Deus pressupõe Espírito e Verdade (Jo. 4.24). A unção do Espírito precisa estar sobre os crentes, mas esse não atua distanciado da Palavra, que é a verdade. O Espírito é o Maior que está em nós, o qual, pela Palavra, vence o que está no mundo (I Jo. 4.6). A igreja de Cristo é apostólica, isto é, está fundamentada no ensinamento dos apóstolos. Eles testemunharam a vida, morte e ressurreição de Cristo. O Espírito Santo os inspirou para escrever a Bíblia (II Tm. 3.16,17), portanto, não podemos nos apartar da mensagem desse livro (I Tm. 4.15). Através da mensagem bíblica ouvimos a voz de Jesus (Jo. 10.4,5,8,16,26,27) e demonstramos que amamos a verdade (Jo. 18.37) e que somos de Deus porque ouvimos Suas palavras (Jo. 8.47). Do mesmo modo que os crentes a quem João endereçou sua Carta, nós, podemos vencer as ciladas armadas pelo Inimigo através dos falsos profetas. Para tanto, precisamos manter a mente alicerçada na Palavra de Deus, mas não apenas a mente, também a vida, na medida em desenvolvemos uma prática de vida condizente ao que nos instrui a Palavra.
CONCLUSÃO
Os falsos profetas propagam suas mensagens no seio eclesiástico. Muitos dos seus ensinamentos são tão sutis que encontram guarida entre os cristãos mais fervorosos. Para que não sejamos facilmente conduzidos pelo espírito engano (I Jo. 4.1), é preciso depender da Palavra de Deus e da iluminação do Espírito Santo (I Jo. 2.20,27). Ainda que o Espírito possa revelar à igreja, através do dom de discernimento (I Co. 12.10; At. 16.16-18), não podemos nos afastar da Palavra de Deus, pois ela é o critério fundamental na identificação e refutação das profecias falsas (Gl. 1.6-9).
BIBLIOGRAFIA
BOICE, J. M. As epistolas de João. Rio de Janeiro: CPAD, 2006.
STOTT, J. R. W. I, II e III João: introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 1982.
Postado por Assembléia de Deus 5 dejulho às 09:00 0 comentários
terça-feira, 1 de setembro de 2009
...Que ninguém se prive da graça de Deus
Hebreus 12:15 diz: Tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem;
Veja que interessante:
A palavra do Senhor diz aqui, que é necessário prestarmos bastante atenção, nos prevenir, ficar atentos, para que nenhum de nós seja impedido, isso é seja preso ou embaraçado, não recebendo o favor ou os benefícios de Deus, por causa da raiz de amargura.
Amargura é angústia, aflição, dor, oculta ou melhor encoberta na nossa alma, que nos torna amargos, isso é nos torna triste, depressivos, cheio de ressentimentos por alguém.
Amargura são sentimentos amargos em relação a alguém, que produz em nós perturbação, que tiram nossa paz, traz transtornos a nossa vida, faz muitas pessoas perder o juízo e com isso muitas vezes dar fim a própria vida, ou até mesmo desfazer relacionamentos, por causa da dificuldade de perdoar e que muitas vezes nos levam a contaminar, isso é contagiar outros em relação aquela pessoa, que nos ofendeu ou decepcionou.
Uma pessoa amargurada, além de se prejudicar , de ficar impedida de receber as bênçãos do Senhor, acaba corrompendo os outros a sua volta.
Se torna uma pessoa de difícil convivência e perde muitas oportunidades de ser feliz.
Isso me faz lembrar, um professor que pediu para que os alunos levassem batatas e uma bolsa de plástico para a aula. Ele pediu para que separassem uma batata para cada pessoa de quem sentiam mágoas, escrevessem os seus nomes nas batatas e as colocassem dentro da bolsa. Algumas das bolsas ficaram MUITO pesadas.
A tarefa consistia em, durante uma semana, levar a todos os lados a bolsa com batatas. Naturalmente a condição das batatas foi se deteriorando com o tempo. O incômodo de carregar a bolsa, a cada momento, mostrava-lhes o tamanho do peso espiritual diário que a mágoa ocasiona, bem como o fato de que, ao colocar a atenção na bolsa, para não esquecê-la em nenhum lugar, os alunos deixavam de prestar atenção em outras coisas que eram importantes para eles.
Quando damos importância aos problemas não resolvidos ou às promessas não cumpridas, nossos pensamentos enchem-se de mágoa, aumentando o stress e roubando nossa alegria. Perdoar é deixar estes sentimentos irem embora é a única forma de trazer de volta a paz e calma.
Quantas batatas, você tem carregado, amado(a)?
Elas causam um mal cheiro terrível, afasta as pessoas de você e te impede de ser abençoado.
Mas o que fazer então?
A palavra do Senhor diz em Mateus 6: 14 Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós;
Perdoar é libertar as pessoas, que você prendeu no seu cativeiro emocional, libera -la da dívida, que ela tem com você, fazendo assim você vai livrar se da ruína da amargura.
Mateus 6: 15 se, porém, não perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai perdoará vossas ofensas.
Se você não libera, não é liberado
Mateus 18: 21 Então Pedro, aproximando-se dele, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu hei de perdoar? Até sete?
22 Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete; mas até setenta vezes sete.
Que tal, orar neste momento e se desfazer das batatas podres, que você tem arrastado pela vida e que estão impedido suas bênçãos de chegar até você.
Jogue fora suas batatas e com certeza, você vai experimentar a vitória e a graça de Deus, de maneira abundante na sua vida.
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segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Cristo - acima das religiões
Os capítulos 8 e 9 do evangelho de Mateus descrevem alguns atos de Jesus: curas, libertações, abrandamento de tempestade, perdão de pecados, escolha de alguns discípulos, etc. Examinando aquele relato, observamos que o judaísmo é lembrado ou confrontado em alguns pontos (8.4,10,11,12,17; 9.3,11). Aliás, esta é uma característica do livro de Mateus, que escreveu para os judeus afim de apresentar-lhes o Messias. Mas, nos referidos capítulos, qual seria a relação entre a religião de Israel e os fatos ali narrados? A questão é que, quando Jesus veio ao mundo, encontrou em Israel uma religião muito bem estruturada. Sob o aspecto litúrgico, tudo funcionava da melhor forma possível. Entretanto, os milagres de Jesus demonstraram a insuficiência religiosa daquele povo. Os rituais estavam sendo cumpridos, mas os enfermos (8.2,16) e paralíticos (8.6; 9.1) não eram curados nem os endemoninhados libertos (8.16,28). Os líderes religiosos estavam presentes e ativos, mas não se mostravam eficazes no sentido de conduzir os pecadores ao perdão divino (9.2). Nem mesmo uma simples febre (8.14) eles poderiam eliminar. O texto nos mostra que algo ia muito mal, pois aquele povo estava com a fé enfraquecida (8.10,26). A religião funcionava mecanicamente. Não havia unção, poder e vida. Muitas pessoas ali eram religiosas, mas continuavam culpadas, enfermas e possuídas pelos demônios. De quê aquele povo precisava? Certamente não era de uma nova religião. Afinal, eles tinham a melhor religião da época: o judaísmo, voltada para a devoção ao verdadeiro Deus. Entretanto, com o passar dos séculos, a prática judaica foi se distanciando da essência ensinada por Moisés. Mas isto era previsível. Chegaria um tempo quando Israel precisaria da visita de um novo profeta (Dt.18.15), o Messias, o próprio Filho de Deus. Chegada a plenitude dos tempos, Deus enviou Jesus. O Pai tomou a iniciativa no sentido de resgatar os necessitados de perdão, cura e libertação. Jesus veio e muitos tiveram um encontro com ele. Nos capítulos 8 e 9 de Mateus, lemos sobre alguns desses encontros. Aí então, o leproso foi curado e Cristo mandou que ele se apresentasse ao sacerdote e fizesse o sacrifício determinado pela lei. Imagino que o sacerdote deve ter ficado maravilhado, perplexo, assustado, porque, embora o fato fosse previsto pela lei mosaica (Lv.14), é provável que ele nunca tivesse visto, até então, um leproso curado. Algo de sobrenatural estava acontecendo nas ruas de Jerusalém, muito além dos costumes e rituais religiosos. Naqueles dias, muitos endemoninhados foram libertos, fenômenos naturais foram dominados, pecados foram perdoados, paralíticos começaram a andar, mudos falaram, cegos enxergaram, mortos ressuscitaram. Os atos de Jesus provocaram diferentes reações. Os líderes religiosos se levantaram contra ele (9.3,11,34). Os moradores de Gadara expulsaram-no daquela cidade. Porém, alguns creram nele e tornaram-se seus discípulos, seus seguidores. Ainda hoje, muitas religiões existem e podem ser consideradas boas sob vários aspectos. Podem até ter bons ensinamentos e promover a caridade. Porém, a grande questão é: elas têm trazido perdão, cura, libertação e salvação eterna? Assim como o povo daquele tempo, todos hoje precisam ter um encontro com Jesus afim de que suas vidas sejam transformadas. Jesus Cristo ainda perdoa, cura, salva e liberta. Muitos sabem disso, mas preferem tomar a atitude dos fariseus e escribas que rejeitaram o Senhor e se tornaram seus perseguidores. Porém, para aqueles que o aceitam, ele diz: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas” (Mt. 11.28-29). Cristo é a única esperança para a alma perdida. Muitas religiões existem e outras tantas podem ser criadas, mas Jesus continuará sendo o único caminho para se chegar a Deus. Os milagres visíveis eram sinais que o Mestre utilizava para conduzir as pessoas ao mais importante: a fé, o perdão e a salvação (Mt.9.6). As curas físicas são necessárias e muitas têm acontecido, mas precisamos focalizar o principal: Jesus veio salvar os pecadores, e só ele pode fazer isso por nós. Não podemos garantir que todos serão curados, pois isto depende da peculiaridade de cada caso, mas a palavra de Deus garante que “TODO aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (Rm.10.13). Clame pelo nome de Jesus agora. Receba, pela fé, o perdão dos seus pecados e a salvação da sua alma. Anísio Renato de Andrade – Bacharel em Teologia.
Professor do Steb - Seminário Teológico Evangélico do Brasil
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sexta-feira, 28 de agosto de 2009
O Cego de Jericó
Texto base: Mc.10.46-52 Introdução: Jesus tinha um ministério itinerante, percorrendo vários lugares, pregando, curando e libertando a muitos. Ele não ficava em casa esperando as pessoas. 1- Bartimeu, o cego, vivia à beira do caminho (v.46), à margem da estrada. Era marginalizado pela sociedade, como tantos deficientes hoje. Ele não estava andando pelo caminho, mas parado. Sua vida estava parada. Ele estava sem perspectivas, sem projetos. Ele dependia dos outros. Estava sempre esperando que alguém o ajudasse. 2- Bartimeu ouviu sobre Jesus. Ouviu o ruído da multidão se aproximando e alguém disse que Jesus estava chegando. Ele era cego, mas ouvia muito bem. Os cegos desenvolvem mais os outros sentidos ou os utilizam melhor que as demais pessoas. O pior cego é aquele que não ouve. Muitos “cegos espirituais” são também “surdos”, pois se recusam a ouvir sobre Jesus. Observe a importância de se falar sobre Jesus, para que todos ouçam. Como ouvirão se não há quem pregue? (Rm.10.14). 3- Bartimeu começou a clamar: Jesus, Filho de Davi, tem compaixão de mim! (v.47). Ele era cego, mas não tinha nenhum problema para falar. Começou a gritar. É importante que clamemos a Jesus em oração. Não adianta clamar a outra pessoa, algum santo ou falsa divindade. Clame a Jesus. 4 – Bartimeu tinha fé. Jesus era considerado filho de José. Por quê Bartimeu o chamou de Filho de Davi? O cego demonstrou que cria que Jesus era o Messias, o descendente de Davi, prometido no Velho Testamento para ser o rei de Israel. 5- Bartimeu pediu compaixão, misericórdia. Como são nossas orações? Vamos determinar o que Deus vai fazer? Vamos anunciar nossas virtudes e nossas obras? Nada disso. Devemos pedir misericórdia ao Senhor. 6 – Muitos o repreendiam para que se calasse (v.48). Os que enxergam querem que o cego fique em silêncio. É uma atitude egoísta. Quando queremos Jesus, muitos se levantam contra nós. Isso pode acontecer no trabalho, na escola, na família, entre os amigos, etc. O cego não deu ouvidos às vozes opositoras. Continuou clamando. Ele era perseverante, insistente, determinado. 7- Jesus parou e mandou chamá-lo (v.49). O cego pediu compaixão e foi atendido. Jesus se compadeceu. Ele parou, interrompeu tudo, para atender ao cego. Havia uma multidão envolvendo Jesus, mas ele parou para atender a um homem. Jesus está atento a cada indivíduo. Ele está atento a você. Ele ouve a oração e atende. 8 – Depois das vozes negativas, agora o cego ouviu vozes que diziam: “Tem bom ânimo. Levanta-te. Ele te chama”. Que sejamos como esses mensageiros que levaram palavras animadoras para o cego. 9 – O cego deu um salto e andou até Jesus (v.50). Ele era cego, mas não tinha nenhum problema nas pernas. Atendeu ao chamado de Jesus imediatamente. Não havia tempo a perder. 10 – Jesus pergunta o que o cego quer e ele responde: “Mestre, que eu veja.” (v.51). Ele podia pedir a Jesus uma esmola, uma capa nova, um prato de comida, uma bengala, um cachorro, uma casa, etc, mas ele foi direto ao principal: a visão. Podemos pedir tantas coisas a Jesus hoje, mas não nos esqueçamos de pedir que ele abra nossos olhos espirituais (Sal.119.18). Aquele que ainda não se converteu, está vivendo em cegueira, vive nas trevas, tropeçando e caindo, sem saber a direção certa. Jesus é a luz para os olhos dos cegos (João 12.35,46). 11- Aquele homem foi curado (v.52). Jesus cura ainda hoje, mas o mais importante é que Bartimeu foi salvo, conforme Cristo declarou. Em seguida, o texto diz que ele foi seguindo pelo caminho. Sua vida mudou completamente. Ele não ficava mais à margem do caminho, mas podia caminhar, podia ter uma vida normal e feliz. Conclusão: Aquele cego clamou a Jesus, porque não sabia se ia encontrá-lo novamente. Ele não podia perder aquela oportunidade. Hoje, não perca a oportunidade. Clame a Jesus. Seja curado, seja salvo. Anísio Renato de Andrade
Bacharel em Teologia
Postado por Assembléia de Deus 5 dejulho às 10:38 0 comentários

