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sexta-feira, 17 de julho de 2009

Carta à Igreja de Filadélfia

O livro de Apocalipse começa com a visão do Cristo glorificado. Em seguida, vêm as sete cartas e, em cada uma delas, é mencionada uma característica do Senhor Jesus, conforme o que João estava vendo: seus pés, sua boca, seus olhos, etc. O detalhe enfatizado tem, geralmente, uma relação com o teor da mensagem àquela congregação específica. Cada característica do Mestre vem suprir a necessidade de cadasituação.

No caso da igreja de Filadélfia (Ap.3.7-13), vemos nova referência à chave, símbolo de autoridade, já citada em 1.18. Estamos habituados ao conceito de autoridade relativa, de acordo com posições hierárquicas. Ali, porém, notamos o aspecto da soberania de Cristo, pois ninguém pode fechar o que ele abriu ou abrir o que ele fechou (3.7). O nome do rei Davi é citado no texto por ser um tipo do governo messiânico.

Toda esta supremacia do Senhor contrasta com a pequena força da igreja (3.8). Se olharmos para nós mesmos, talvez fiquemos desanimados diante da nossa limitação. Entretanto, é o Senhor que vai adiante de nós. Com nossas próprias forças e recursos não poderíamos abrir nenhuma porta, mas Deus abre as portas diante da igreja (3.8), pois ele tem as chaves (3.7). A autoridade divina supera toda força humana ou a sua falta. Sejamos, portanto, confiantes. A igreja vive sob ameaças, riscos e desafios, mas não precisa temer. O Senhor é a sua garantia. Ele é o verdadeiro (3.7) que vencerá os mentirosos (3.9). Não precisamos ser muito fortes, mas muito crentes. Assim venceremos.

Em situações de dificuldade, necessidade e aperto, precisamos de uma porta. Talvez até consigamos vê-la, mas ela se encontra fechada. Nesse caso, oremos àquele que tem as chaves em suas mãos. Ele pode mudar situações e nos mostrar um caminho. Precisamos, porém, estar conscientes de que algumas portas não serão abertas porque foi o próprio Deus quem fechou. Talvez estejamos diante delas batendo, insistindo, empurrando e chorando para que se abram. Entretanto, Deus sabe o que está lá dentro e, se ele não abrir, estejamos certos de que o Senhor quer apenas o que for melhor para nós de acordo com os seus desígnios.

Apesar de toda a ação divina a favor da igreja de Filadélfia, ainda lhe restavam algumas responsabilidades. O Senhor colocou diante daqueles irmãos uma porta aberta. Entretanto, entrar por ela ou não seria uma decisão deles. Queremos que Deus faça tudo sozinho? Ele não fará aquilo que é da nossa competência.

Porta representa oportunidade, uma entrada, uma saída, um meio de acesso. Não sabemos qual era exatamente a porta que o Senhor abriu para aquele povo. Contudo, precisamos identificar as que ele tem aberto para nós. Não podemos ficar parados diante elas, esperando que ele nos carregue para dentro. Devemos levantar e andar. Precisamos tomar algumas decisões e iniciativas para não deperdiçarmos as bênçãos que o Senhor nos oferece. Não podemos fechar a porta que ele abriu, mas podemos negligenciá-la, sendo omissos, irresponsáveis ou preguiçosos. É o caso daquele que tem escola, mas não estuda; tem emprego mas não trabalha; tem ministério mas não exerce. De fato, cada dia de vida representa uma nova oportunidade que Deus nos dá, uma porta aberta para muitas realizações.

O texto mostra ações de Deus e ações da igreja. O Senhor dá o que a igreja precisa, mas é nossa responsabilidade guardar o que recebemos (Observe o verbo “guardar” em 3.8,10,11). Guardamos aquilo que valorizamos. Temos a tendência de guardar costumes e tradições, mas precisamos verificar se estes são os verdadeiros valores do evangelho. O que a igreja de Filadélfia precisava guardar? Temos pelo menos dois tópicos fundamentais: o nome de Jesus (3.8) e a palavra de Deus (3.8,10). Este é o segredo de resistência do cristão contra o Inimigo. Se colocarmos o nosso nome, a nossa denominação, acima do nome de Jesus, corremos o risco de cair. Se negligenciarmos a palavra de Deus, cairemos de igual modo. Guardando a palavra, a igreja também seria guardada na hora da tentação.

A carta à igreja de Filadélfia não traz nenhuma palavra de repreensão, mas de advertência. A igreja estava bem aos olhos de Deus. Porém, precisava manter sua posição de fidelidade e vigilância. Apesar de sua pequena força, seria vitoriosa sobre os emissários do inimigo (3.9), identificados como “sinagoga de Satanás”.

Filadélfia significa “amor fraternal” e na carta a ela destinada o Senhor Jesus faz uma declaração: “Eu te amo” (3.9). O amor do Senhor por nós nunca deve ser esquecido ou colocado em dúvida por causa das tribulações.

Naquele momento histórico, Jerusalém e o templo já tinham sido destruídos. Lembrando disso, vemos com mais propriedade a promessa de bênção no fim da carta, onde são citados um novo templo e uma nova cidade:

“Ao que vencer, eu o farei coluna no templo do meu Deus, e dele nunca sairá; e escreverei sobre ele o nome do meu Deus, e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do céu do meu Deus, e também o meu novo nome. Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas.” (Ap.3.12-13).


Anísio Renato de Andrade – Bacharel em Teologia.
Professor do Steb - Seminário Teológico Evangélico do Brasil

2 Comments:

Céu Vieira said...

Amado irmão em Cristo Jesus, obrigada por esta maravilhosa Palavra de Deus.
Foi bálsamo para a minha alma!
Paz do Senhor para si
Abrs em Cristo
Céu Vieira

Laguardia said...

Aproveitando a idéia da Passeata Virtual “Fora Sarney”, faço aqui a sugestão de que no dia 7 de Setembro de 2009, façamos outra passeata virtual, nos organizando desde já.

Esta passeata, como a Fora Sarney, começaria no seu computador e terminaria em vários pontos:

Na presidência da República, No Congresso Nacional, No Supremo Tribunal Federal, na Procuradoria Geral da União, na Assembléia Legislativa de seu estado, no Palácio do Governo do seu estado, na Câmara de Vereadores de sua cidade e na Prefeitura de sua cidade.

A idéia é enviar o maior número possível de emails de protesto contra a situação atual, da falta de ética, de moral, de honestidade de nossos governantes e parlamentares.

Denunciaremos o governo federal por agir a margem da lei com a campanha eleitoral antecipada, o que é ilegal, e exigindo, como cidadãos, que fossem tomadas as devidas providências.

Os e mails seriam mandados para os seguintes enderêços:


Senado Federal: Alô Senado http://www.senado.gov.br/sf/senado/centralderelacionamento/sepop/?page=alo_sugestoes&area=alosenado
Câmara Federal: Fale com o deputado: http://www2.camara.gov.br/canalinteracao/faledeputado
Supremo Tribunal Federal – Central do Cidadão - http://www.stf.jus.br/portal/centralCidadao/enviarDadoPessoal.asp
Procuradoria Geral da União - pfdc@pgr.mpf.gov.br
Presidência da República – Fale com o Presidente - https://sistema.planalto.gov.br/falepr2/index.php

Gostaria de ter a opinião dos leitores com relação a idéia.

 
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